
Estou serenamente em casa a desfrutar este tempo de pausa sem obrigações horárias.Peguei quase ao acaso num livro do poeta Armando Pinheiro e que começa com uma citação de Eugénio que quero partilhar:
"Que trabalho exasperado, o da língua,
essa em que dizes com mão insegura
desvios, desacertos, desalinhos"
Depois de Eugénio, um outro poema do poeta que folheio e que tão bem traduz " este tempo de pausas sem obrigações horárias " que no ínico referi.
"Ignorar as horas.
A vida a fluir sem elas:
Uma ampulheta sem areia"
Armando Pinheiro
citações publicadas por gracinda castanheira
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