Há muito tempo, sim, que não te falo.
Silêncios, amuos, silêncios.
Buracos sem fundo
Sem rede
Sem escada
Tantos anos, tantas lutas
E nós sem dizer sim.
Nunca soubeste a falta que me fazes.
Nunca soube a falta que te faço.
Agora, com estas palavras, cresce
Uma rede
Uma escada
Em mim
E já não sonho.
Luísa
sábado, 15 de maio de 2010
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