O amor é
o grito que ecoa.
O grito é
a liberdade indomável.
A liberdade é
o sonho invisível.
O sonho é
a febre do além.
A febre é
o delírio incontrolável.
O delírio é
a canção em movimento.
A canção é
o amor confessado.
O amor é
o grito que ecoa!
António Azevedo
domingo, 23 de maio de 2010
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