Faz de conta que sou suave mar…
Serei caravela de quinhentos a navegar!
Faz de conta que sou vento…
Serei velas côncavas que se vão enchendo!
Faz de conta que sou marinheiro…
Serei profeta do mundo inteiro!
Faz de conta que sou pirata…
Serei a cobiça de toda a prata!
Lembranças do passado, voando… voando…
Por Deus, regressai, a desgraça evitando!
É chegada a hora do não fazer de conta…
Mas do agir sem conta!
António Azevedo
Faz de conta que sou suave mar…
Serei caravela de quinhentos a navegar!
Faz de conta que sou vento…
Serei velas côncavas que se vão enchendo!
Faz de conta que sou marinheiro…
Serei profeta do mundo inteiro!
Faz de conta que sou pirata…
Serei a cobiça de toda a prata!
Lembranças do passado, voando… voando…
Por Deus, regressai, a desgraça evitando!
É chegada a hora do não fazer de conta…
Mas do agir sem conta!
António Azevedo
domingo, 23 de maio de 2010
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