
Vou escrever-te, mãe
- há muito tempo, sim, que não te escrevo -
Pois veio-me à lembrança teu carinho,
Tal qual a chuva que cai de mansinho…
Foste tu…
Que me ensinaste a construir a felicidade
E a não rejeitar uma grande amizade.
Que me deste sempre tudo com amor
Enchendo meu mundo de alegria e cor.
Ofereceste-me a dádiva da vida
Por issso jamais serás esquecida.
O tempo passou, tudo passa!
Ficaram velhas todas as notícias
Mas permanecem em mim tuas carícias
Que saudades, minha mãe, do teu beijinho
Que saudades do teu colo, o meu ninho.
Glória S.
(8/5/2010)
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