Carta, a ti amiga.
Olha lembrei-me.
Há muito tempo sim que não te escrevo.
Já lá vão largos anos .
Mas tenho tão presente as nossas traquinices.
Mentiras inocentes, correrias e até mesmo desobediências.
Que importava.
Havia tanta magia em tudo!
Era o salto ao peão da berma das estradas, o salto à corda, o jogo da macaca e da pedrinha.
E o balouçar ao calcar o gelo, lembras?
Que bom!
Só mesmo quem o sentiu!
Até sempre.
Conceição Barbosa
domingo, 16 de maio de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário