Faz de conta que sou brisa,
Brisa fresca da manhã.
Faz de conta que sou sol,
Sol de Inverno, que aquece,
Faz de conta que sou lápis,
A sarrabiscar o teu nome.
Faz de conta que sou máquina do tempo,
Para regressar ao passado e abraçar os meus pais.
Faz de conta, faz de conta... Alexandra Magalhães
quinta-feira, 13 de maio de 2010
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Faz de conta que sou Sol
ResponderEliminarEu serei o calor, cheio de ardor
Faz de conta que sou Vento
Eu serei o teu desalento
Faz de conta que sou a Madrugada
Eu serei o teu despertar, muito cansada
Faz de conta que sou Vulcão
Eu aquecereio teu coração
Faz de conta que sou Flôr
Eu sentirei o teu odor
Faz de conta, faz de conta.
Filomena Leão Martins